Em abril de 2004 eis que surge uma nova dor. Queimava e avermelhava na parte superior do pé direito. Já não era o calcanhar. Era no peito do pé direito, junto dos dois dedos do meio, próximos ao mindinho. Caso insistisse em andar, a vermelhidão aumentava e a dor era intensa. Havia também uma espécie de inflamação no meio do pé, na lateral direita. A gente via a vermelhidão e o aquecimento da área. Levei um susto quando percebi que meus dedos, precisamente os 2 do meio citados, estavam se separando. Sem minha interferência parecia que algo forçava empurrando um pra cada lado. Exames revelaram um problema que nunca tinha ouvido falar neuroma de Morton ( o primeiro, no pé direito e o segundo, no esquerdo, recentemente). Muita reza, muita prece e muito antiinflamatório de novo. Desta vez Voltaren e Prexige (acho que o VIOXX já tinha ido pro espaço) e também o Arcoxia mais forte.
A dor era intensa e mais uma vez eu me arrastava. À época meu marido estava em um rigoroso tratamento de câncer e ficamos muitas vezes internados por períodos longos. E ainda ajudava a criar uma neta. Não podia ficar doente. Tudo dependia de mim. E os remédios aliviam bastante mas não eliminaram a causa. Ficava cerca de 4 dias com dor moderada com o uso do Prexige mas se deixasse de tomar a dor voltava com força total. Não podia continuar assim. Para os médicos o diagnóstico e tratamento eram os mesmos tocar a vida desse jeito, tomando remédio, descansando por um período, retomando o uso etc....
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domingo, 14 de junho de 2009
RELATÓRIO 3
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ANTIINFLAMATÓRIO,
CÂNCER,
neuroma
Semeadora da paz. O que não quero para mim não desejo pra nenhum outro ser, que considero irmão, onde quer que neste planeta habite. Começo portanto, pela minha transformação moral.
inicio relatório sobre minha artrite reumatóide e seu tratamento
Fiz 59 anos em fevereiro mas desde outubro de 2008 comecei a sentir um incômodo nos 2º e 3º dedos dos pés. Um inchaço e vermelhidão sobre o pé na região da base desses dedos e uma espécie de “ovo” na sola do pé, como um sanduíche. Parece que algo estava no meio, por dentro, crescendo e doendo. O incômodo para andar e as dores me fizeram procurar logo um ortopedista. Feita a ressonância magnética, foi identificado um neuroma de Morton.

Quando fui levar o resultado para o médico me queixava de novas dores que haviam começado naqueles dias. Acordava com alguns dedos da mão esquerda doendo muito e meio rígidos. E para me poupar, doíam alternados. Com a água quente da torneira aliviava um pouco e começava a ter novamente movimento. Ao longo do dia ia melhorando. O diagnóstico veio preciso: Fátima, você está com sintomas de artrite. Vamos tirar algumas chapas para descartar problemas ósseos. Feitas na hora na clínica, mostraram que ali estava tudo ok. Encaminhou-me para um reumatologista pedindo que levasse esses resultados radiográficos.

Quando fui levar o resultado para o médico me queixava de novas dores que haviam começado naqueles dias. Acordava com alguns dedos da mão esquerda doendo muito e meio rígidos. E para me poupar, doíam alternados. Com a água quente da torneira aliviava um pouco e começava a ter novamente movimento. Ao longo do dia ia melhorando. O diagnóstico veio preciso: Fátima, você está com sintomas de artrite. Vamos tirar algumas chapas para descartar problemas ósseos. Feitas na hora na clínica, mostraram que ali estava tudo ok. Encaminhou-me para um reumatologista pedindo que levasse esses resultados radiográficos.
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