domingo, 6 de fevereiro de 2011

VERME PODE AJUDAR A TRATAR A ARTRITE REUMATÓIDE

http://esclerosemultipla.wordpress.com/2008/09/19/verme-pode-ajudar-a-tratar-artrite-reumatoide/



verme nomatóide
Verme nematóide é causador da elefantíase











Uma molécula secretada por vermes do tipo nematóide pode ajudar no desenvolvimento de um tratamento mais eficaz para tipos de artrite com inflamação.
Os vermes nematóides são os causadores da elefantíase e segundo os especialistas, a molécula ES-62 já circula no sangue de milhões de pessoas infectadas com o verme nos trópicos.
A equipe de cientistas, das universidades de Glasgow e Strathclyde, afirma que doenças auto-imunes, como artrite reumatóide e esclerose múltipla atendem a ser raras em países onde infecções provocadas por vermes são endêmicas.
Eles acreditam que a molécula ES-62 pode ser chave na prevenção dessas doenças e pretendem produzir uma derivativa sintética da substância que poderia ser usada para combater artrite reumatóide.
Segundo os especialistas, a presença da molécula ES-62 no organismo não provoca efeitos colaterais e nem inibe a habilidade de as pessoas infectadas lutarem contra outras infecções.
Iain McInnes, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, disse que a molécula ES-62 parece agir como um termostato que combate doenças inflamatórias,  deixando os essenciais mecanismos de defesa intactos para lutar contra outras doenças e câncer.
“Essa propriedade também faz da molécula uma ferramenta única para que cientistas identifiquem como tais doenças inflamatórias ocorrem”.

ACTEMRA - novo remédio para artrite reumatóide quando o tratamento convencional não apresenta resultados 2


http://www.sidneyrezende.com/noticia/16772+a+cura+para+a+artrite

Redação SRZD | Ciência e Saúde | 14/08/2008 20h01


Uma única injeção de células modificadas pode ser a cura para a Artrite Reumatóide, segundo pesquisa da Universidade de Newcastle, na Inglaterra. A dose ajuda para o ataque do sistema imunológico às juntas. O prazo é de cinco anos para que a pesquisa seja concluída.

Na artrite reumatóide, a própria defesa do corpo ataca os tecidos, fazendo com que haja inflamações dolorosas e progressivas nas juntas.

O tratamento tradicional baseia-se no uso de antiinflamatórios e drogas que amortecem o sistema imunológico. Já o recente, aplica esteróides e vitaminas em células dendríticas dos glóbulos brancos, fazendo com que entrem em estado "tolerante". Logo depois, elas são injetadas novamente no paciente. 

A idéia dos cientistas é trazer o sistema imunológico de volta ao seu estado pré-artrite, quando não ataca o próprio corpo.

Até agora, o grupo ainda não testou o método em criaturas vivas. O próximo passo é experimentá-lo em oito pacientes. A técnica requer laboratórios especializados, mas tais gastos podem compensar décadas de custos com remédios para artrite reumatóide. Os autores do estudo sugerem que o mesmo procedimento pode vir a ser usado para curar a diabetes tipo I.

Este comentário agora é meu:


Se bem entendi funciona mais ou menos como o transplante de medula (guardadas as devidas proporções).
No paciente com câncer (linfoma não hodkin em estágio agressivo) quando entra em remissão (ausência de células cancerosas) é feito o transplante de medula óssea (autólogo = células fornecidas pelo próprio paciente). Quando em remissão, as células da medula são coletadas e congeladas e depois de um quimioterapia muito forte, são injetadas de novo no paciente. Esse procedimento exige internação + ou - longa e isolamento total. 


Mas depois, a medida que o tempo passa, o organismo vai produzindo células saudáveis, sem câncer, ou seja, como no estágio antes do câncer surgir.  


Ainda não consegui acesso ao estudo para entender como é coletada essa gama de células modificadas e o que é feito para que se modifiquem.


Ah, achei uma pista. Segue na próxima postagem. Esperança é a palavra!













ACTEMRA - novo remédio para artrite reumatóide quando o tratamento convencional não apresenta resultados 1

http://www.netmed.com.br/bulario/farmaco.php?bula=16534&nome=Actemra%C2%AE%0D%0A+Tocilizumabe

Actemra®

Actemra® 
Tocilizumabe 
Uso adulto 
Uso restrito a hospitais 
Forma farmacêutica, via de administração e apresentações - Solução 
concentrada para infusão IV. Caixas com 1 frasco-ampola de 80 mg/4 ml ou 200 
mg/10 ml. 
Composição - Cada ml contém 20 mg de tocilizumabe (TCZ). 
Indicações - Tratamento da artrite reumatoide ativa moderada a grave 
quando tratamento anterior adequado com pelo menos um DMARD não tenha trazido 
benefícios esperados: Após falha de esquema combinado com DMARDs 
convencionais, incluindo, necessariamente, o metotrexato (MTX), utilizados nas 
doses e tempo indicado em bula de cada agente específico, ou após falha de 
agente anti-TNF, utilizado na dose e pelo tempo indicado em bula de cada 
agente específico. Indicado em AR ativa, moderada a grave em pacientes 
adultos, independentemente da duração da doença, de fator reumatoide positivo 
ou negativo e de tratamento pregresso ou uso combinado de outros medicamentos 
para AR (DMARDs não-biológicos e biológicos). TCZ pode ser usado isoladamente 
ou em combinação com MTX e/ou outros DMARDs, em pacientes com resposta 
inadequada aos agentes terapêuticos disponíveis, incluindo DMARDs 
não-biológicos e biológicos, como os antagonistas de TNF, bem como em 
pacientes com AR inicial ou que nunca fizeram uso de MTX ou outros DMARDs. Em 
pacientes com AR em atividade em diversas articulações, considerar o uso de 
pelo menos um medicamento antirreumático antes de realizar o tratamento com 
Actemra®. 
Contraindicações - Hipersensibilidade ao TCZ/seus excipientes. 
Uso combinado com outros biológicos para AR. 
Precauções e advertências - Diabéticos: Contém açúcar. Não iniciar o 
tratamento na vigência de infecções ativas. Interromper TCZ se infecção grave 
se desenvolver. Cautela se infecções recorrentes ou condições que predispõem a 
infecções. Vigilância para detecção de infecções em tempo (sinais e sintomas 
de inflamação reduzidos por supressão da reação de fase aguda). Tuberculose 
(Tb): Não demonstrado aumento no risco de Tb; reativação não pode ser 
descartada. Realizar Rx de tórax periódico se histórico de tuberculose. 
Vacinas: Vivas ou vivas atenuadas não devem ser administradas. Reações de 
hipersensibilidade: 0,3% dos pacientes. Doença hepática: Cautela se doença 
hepática ativa ou insuficiência hepática; elevação de transaminases. Doença 
cardiovascular: Realizar ECG, ecocardiograma e dosagens de colesterol e 
triglicérides. Neutropenia: Tratamento não recomendado se neutrófilos < 0,5 x 
109/l. 
Interações medicamentosas/alimentares - MTX, 
cloroquina/derivados, azatioprina, leflunomida, corticosteroides, ácido 
fólico, anti-inflamatórios não hormonais, analgésicos não influenciam a 
farmacocinética de TCZ. Não estudado em combinação com biológicos. Enzimas 
CYP450 suprimidas pela inflamação. Após drogas com efeito anti-inflamatório 
(TCZ), enzimas CYP450 se normalizam. Após introduzir drogas com janela 
terapêutica estreita, por exemplo, varfarina, ciclosporina), ajustar a dose. 
Categoria de risco na gravidez - C: Não existem dados em gestantes. 
Risco desconhecido em humanos. Não se sabe se TCZ é excretado no leite materno. 
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas - Não foram 
realizados estudos específicos. TCZ não parece afetar a capacidade de 
dirigir/operar máquinas. 
Reações adversas - Muito comuns: IVAS. Comuns: Celulite; herpes; 
úlceras orais; gastrite; erupções de pele; prurido; cefaleia; tonturas; 
aumento de enzimas hepáticas; hipertensão; leucopenia/neutropenia; 
hipercolesterolemia. Incomuns: Diverticulite; estomatite; urticária; aumento 
de bilirrubinas; hipertrigliceridemia; hipersensibilidade. Infecções graves: 
Pneumonia, celulite, herpes, gastrenterite, diverticulite, sepse e artrite 
bacteriana. Infecções oportunistas isoladas: P. jirovecii e M. avium. Reações 
de infusão: Hipertensão; reação anafilática; reações graves de 
hipersensibilidade. Alterações laboratoriais: Neutropenia; elevações 
ALT/AST; colesterol total, LDL, HDL e triglicérides. 
Posologia - Adultos: 8 mg/kg, IV, cada 4 semanas. Diluir em 100 ml de 
SF 0,9%. Crianças: Segurança e eficácia não estabelecidas. 
Idosos/insuficiência renal: Não requer ajuste de dose. Insuficiência hepática: 
Segurança e eficácia não estudadas. Via de administração: IV. Iniciar de forma 
lenta, observar condições clínicas do paciente; constatada a ausência de 
anormalidades, aumentar a velocidade para completar a infusão em 1 hora. 
Instruções para uso, manipulação e disposição: Retirar a quantidade necessária 
(0,4 ml/kg); diluir em 100 ml de SF 0,9%. Inverter suavemente, sem agitar, 
para não formar espuma. 
Conservação - Frasco-ampola: Armazenar entre 2°C e 8°C. Não congelar. 
Proteger da luz. Solução pronta para infusão: Mantém-se estável em temperatura 
ambiente até 30°C por até 24 horas. 
Atenção - Este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham 
indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos 
indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso informe ao seu médico. 
Superdose - Dados limitados. Reações adversas graves não observadas em 
voluntários com dose única de até 28 mg/kg. Num único caso de superdose 
acidental, paciente com mieloma múltiplo recebeu dose única de 40 mg/kg, sem 
reações adversas à droga. 
Venda Sob Prescrição Médica. 
A persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado. 
Fabricado para: F. Hoffmann-La Roche Ltd., Basileia, Suíça. Por: Chugai Pharma 
Manufacturing Co. Ltd., Tochigi, Japão. Embalado por: F. Hoffmann-La Roche 
Ltd., Kaiseraugst, Suíça. 
Informações detalhadas sobre o produto disponíveis mediante solicitação a 
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. - Av. Engenheiro Billings, 1729 - 
Jaguaré - CEP 05321-900 - São Paulo, SP - Brasil. 
Registro no M.S. 1.0100.0655. 
Importado e distribuído no Brasil por: 

Produtos ROCHE Químicos e Farmacêuticos S.A. 

sábado, 15 de janeiro de 2011

A Conta e o Tempo



 

La Cuenta y el Tiempo


 

Autor: Laurindo Rabelo


 


 

Deus pede estrita conta do meu tempo,
Dios pide estricta cuenta de mi tiempo,

E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta;
Y yo voy, de mi tiempo, a darle cuenta;

Para dar minha conta feita a tempo,
Para dar mi cuenta hecha a tiempo,

O tempo foi me dado, e não fiz conta.
El tiempo me fue dado y no hice cuenta.

Mas, como dar, sem tempo, tanta conta,
Pero, cómo dar, sin tiempo, tanta cuenta,

Eu que gastei sem conta, tanto tempo?
Yo que gaste sin cuenta, ¿tanto tiempo?

Não quis, sobrando tempo, fazer conta,
No quise, sobrando tiempo, hacer cuenta,

Hoje quero dar conta, e não tenho tempo.
Hoy quiero dar cuenta, y no tengo tiempo.

Ó vós, que tendes tempo sem ter conta,
Vosotros, que tenéis tiempo sin tener cuenta,

Não gasteis vosso tempo em passatempo.
No gastéis vuestro tiempo en pasatiempos.

Cuidar, enquanto é tempo, em vossa conta.
Cuídate, en cuanto hay tiempo, en vuestra cuenta.

Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,

Pues aquellos que, sin cuenta, gastan tiempo,


 

Quando tempo chegar de prestar conta,

Cuando el tiempo llegue de prestar cuenta,


Chorarão como eu, o não ter tempo.

Lloraréis, como yo, al no tener tiempo.


 

Autor: Laurindo Rabelo

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

http://www.ogirassol.com.br/pagina.php?editoria=Geral&idnoticia=20614

Saúde

Artrite Reumatoide: qual impacto?
Estudos apontam que entre 20% e 30% dos portadores de AR se tornam trabalhadores incapazes durante os três primeiros anos do seu aparecimento
 
 
A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica, causada por uma disfunção do sistema imunológico do indivíduo. Prejudicial para os ossos e articulações dos seus portadores, a AR afeta diretamente a capacidade de trabalho, gerando impacto na economia do país. Estudos europeus indicam que entre 20% e 30% dos portadores de AR se tornam trabalhadores incapazes durante os três primeiros anos do aparecimento da doença¹.  Além disso, 66% das pessoas com AR perdem anualmente cerca de 40 dias de trabalho².
 “O aparecimento de sintomas da Artrite Reumatoide é geralmente lento. Uma ou várias articulações podem ser acometidas desde o início, sendo que a dor e o inchaço não melhoram com o repouso”, afirma Daniel Feldman Pollak, coordenador do setor de Artrite Reumatoide da Disciplina de Reumatologia do Departamento de Medicina da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP
A doença atinge principalmente mulheres e aparece entre 20 e 50 anos de idade, levando seu portador a ter dificuldade em executar atividades básicas como vestir, andar, subir escadas e escovar os dentes.
Cerca de 450 milhões de pessoas sofrem de Artrite Reumatoide no mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde.  Os principais sintomas são: inchaço das articulações, dor articular persistente, perda de flexibilidade e amplitude no movimento, rigidez articular ao despertar, perda de peso, cansaço sem causa aparente, além de olhos e boca seca.
Suas causas não são totalmente conhecidas, no entanto, fatores genéticos e falhas no sistema imunológico podem influenciar o seu aparecimento.  Em geral, a AR começa nas articulações das mãos e dos pulsos de forma simétrica, isto é, muitas vezes, afeta as mesmas articulações de cada lado do corpo. Entretanto, essa doença é considerada sistêmica, alcançando outros órgãos do corpo e não apenas as articulações.
Não existe uma cura definitiva para Artrite Reumatoide, entretanto os tratamentos atuais conseguem manter, em geral, a doença sob controle. Para este fim, é importante realizar o diagnóstico precocemente e iniciar terapias avançadas, que incluem: desde mudanças no estilo de vida, o uso de medicamentos e até cirurgia para os casos mais graves. Vale ressaltar que apenas o médico pode indicar o melhor tratamento ao paciente.
Entre as opções farmacológicas, estão: 
- analgésicos
- anti-inflamatórios atuantes tanto na dor quanto na inflamação
- corticoides em baixas doses 
- medicamentos modificadores da Artrite Reumatoide (DMARD) para retardar o dano articular, que podem ser sintéticos ou os mais novos a agentes chamados de biológicos. (Informações da ascom/Pfizer)

http://artritereumatoide-e-eu.blogspot.com/2010/10/portugueses-descobrem-luz-no-combate.html

Portugueses descobrem «luz» no combate à artrite reumatóide

Investigadores da Universidade de Coimbra desenvolveram um trabalho que abre perspectivas ao tratamento

Uma equipe da universidade de Coimbra desenvolveu um trabalho que abre perspectivas ao tratamento da artrite 

reumatóide, uma doença crónica que afecta um por cento da população mundial.

«Esta descoberta vem abrir novas possibilidades terapêuticas para a artrite reumatóide, doença que permanece, até à data, incurável», refere uma nota de imprensa do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra, onde foi desenvolvida a investigação.
Em modelos de experimentação animal os investigadores verificaram que a neutralização de um tipo específico de células «do sistema imune, os linfócitos T CD8+ (um tipo de glóbulos brancos) melhora a inflamação crónica na artrite reumatoide».
«Os ratinhos sujeitos a este novo tratamento apresentaram melhorias significativas na inflamação das articulações uma semana após a administração de anticorpos que bloqueiam as células T CD8+», acrescenta.
A investigação já está centrada na análise de amostras de células colhidas de doentes, e no desenho de um fármaco que possa tratar a doença, revelou à agência Lusa a coordenadora da investigação, Margarida Souto-Carneiro.
Segundo a investigadora, esta doença, mais frequente entre as mulheres, afetará cerca de meio milhão de pessoas na União Europeia.

Casamento feliz pode diminuir dores da artrite

Casamento feliz pode diminuir dores da artrite

Nesses casos, estado da saúde depende diretamente da qualidade da união, dizem pesquisadores

Artrite reumatóide
(Comstock/Thinkstock)
A ciência já havia constatado que um casamento feliz pode reduzir os níveis de ansiedade, evitar a depressão e aumentar a sobrevida de pacientes com câncer. Agora, outra descoberta científica engrossa a lista de benefícios à saúde provenientes da união bem-sucedida. De acordo com pesquisadores da Johns Hopkins University, no Estados Unidos, o casamento emocionalmente equilibrado é também responsável por diminuir as dores causadas pela artrite reumatóide, uma inflamação nas articulações.
Segundo a pesquisa, publicada no periódico Journal of Pain, os pacientes que recebem apoio de seus parceiros apresentam mais mobilidade do que os solteiros ou as pessoas que vivem um relacionado instável. A equipe médica acredita que isso aconteça porque a estabilidade emocional pode ter influência direta sobre as sensações físicas de dor. "Nesses casos, o estado da saúde depende diretamente da qualidade do casamento. Contudo, não importa somente ser casado, se essa relação não for feliz", diz Jennifer Barsky Reese, médica líder do estudo.
Durante a pesquisa, foram avaliados 255 indivíduos com a doença, dos quais 144 afirmaram viver um casamento feliz – outros 44 estavam em relacionamentos problemáticos. As dores se mostraram mais amenas nos pacientes casados e felizes, mas os médicos não conseguiram determinar exatamente o quanto e por que essa situação pode ser benéfica. Eles ainda descobriram que aqueles pacientes que sentiam dores severas tinham mais tendência a terem problemas conjugais.
Diagnóstico - A artrite reumatoide é uma doença autoimune que ocorre quando o sistema imunológico danifica as articulações, causando rigidez, dor e inchaço. As regiões mais atingidas são o punho, os dedos, os dedos do pé, o tornozelo e o joelho. Em casos severos, o paciente pode perder a mobilidade do membro